Domingo, Maio 01, 2011

Gastamos boa parte do nosso tempo observando tudo a nossa volta, e basicamente lendo o que vemos. O quanto absorvemos desta leitura, o quanto geramos desta observação em conhecimento? O vem a ser o conhecimento que buscamos constantemente. Essa pergunta provavelmente cada um tem uma resposta. Essa semana que passou iniciei um curso de escrita com o Dr. Edvaldo Pereira Lima. A intenção neste curso é conhecer técnicas de escritas e claro, aprimorar o conhecimento que já tenho. Minha maior surpresa foi a participação de três senhores, sim, senhores. Um deles de aparência simples, material humilde, mas de uma oratória incrível. Posteriormente fui informada que ele é escritor de crônicas. Seu intuito na Oficina, o mesmo que o meu. Para muitos a participação destes senhores pode não ser surpresa ou de grande valia, mas eu achei um ato muito louvável, pois mesmo com uma idade avançada, eles continuam buscando conhecimento. Continuam buscando essa riqueza que todos nós incansavelmente buscamos a vida toda e quando encontramos parte dele, surge outra busca. Enquanto jovens não se interessam pelos mesmos conhecimentos que estes senhores, eles estavam lá, disponibilizando 4 horas da sua noite, para aprimorar suas técnicas e utilizá-las ainda nesta jornada

Sábado, Outubro 30, 2010

A política da memória

Sempre gostei de política, desde menina assistia as campanhas eleitorais para saber quem estava tentando chegar no poder... sabia o número de vários candidatos de cor e salteado (mesmo sem ter que votar), acompanhava no jornal a atividade dos candidatos municipais e assim fui crescendo, com a vontade de falar sobre um assunto que todos fogem.  Ah, aos 16 anos, claro que fui tirar o meu título. Recentemente, a dois dias do primeiro turno fui retirar a segunda via do meu título, para minha surpresa não levou mais do que 5' e saí de lá tão feliz por ter o documento que me garantia expressar a minha opinião (para quem não se lembra o título seria obrigatório). Pena é saber que faço parte de uma minoria...
Por outro lado, neste ano tive a oportunidade de conversar sobre política com vários amigos, seja pessoalmente, via e-mail, messenger ou até mesmo via twitter. Achei o máximo pois vi que muitos dos meus amigos fazem parte dessa minoria comigo e isso é ótimo, pois além de cada um expressar a sua opinião, mostramos o quanto estamos preocupados com o futuro e o quanto somos responsáveis por ele (Que demais!).
Por outro lado, as eleições deste ano foram um surto de bobagens. Começando por candidatos estaduais paulistas sem noção nenhuma do que é democracia, Estado e cidadania, até as cansáveis trocas de farpas dos presidenciáveis. Este ano não assisti a nenhum debate, as manchetes do dia seguinte já me bastavam. Enquanto nós discutíamos sobre a postura dos candidatos, eles se preocupavam em veicular matérias atrás de matérias para acusar um ao outro, e as propostas minha gente? Infelizmente não tivemos uma campanha como mereciamos, ou que atendesse as nossas expectativas... tudo será respondido (ou não), como sempre na prática.
Apesar dessa campanha ridícula, não desistirei da política, pelo contrário, guardo na memória o feito histórico dos caras pintadas, da pose de 2002 e reservo espaço para muitos feitos que virão.

Sexta-feira, Junho 25, 2010

...já que é para reciclar...

Quem disse que não tenho consciência ambiental? Minha preocupação vai desde a inutilidade dos papeizinhos de segunda via de cartão de crédito/débito...

(Parêntesis para uma dica / Pensamento)
"Salvem árvores! Não solicitem a segunda via, que provavelmente ficará aos montes na sua carteira ou amontoada na bolsa, ou em 99,99% será jogada no próximo lixo".

Continuando... até a reciclagem de vidros, metais e até mesmo meias. Sim, meia-calças. Eu adoraria saber o que fazer com elas. Já pensaram nisso? Principalmente no inverno, nós mulheres, usamos e abusamos das meias-calças. Há claro quem faça delas touca para cabelo, máscara para assaltos ou shortinhos de segunda pele; mas no final o fim é o mesmo: o lixo. Sabemos que uma lata de alúminio pode levar até 80 anos para se decompor, e uma meia-calça ou meia-fina, alguém sabe quanto tempo leva? Eu adoro minhas meias, gostaria que elas nunca desfiassem, gostaria nunca ter que jogá-las fora. Mesmo porque, não sei o quanto estou prejudicando o meio-ambiente. Se alguém souber, por favor, divida este pensamento comigo.
Enquanto isso... continuo a usar e abusar das minhas meias pretas, fumê e cor-da-pele...até o próximo desfiar.

Terça-feira, Março 30, 2010

Caros amigos, em breve estarei de volta, e espero que, regularmente. Ultimamente tenho produzido muitos pensamentos, e não faltará inspirão para dividi-los com vocês.
Minha grande dificuldade (e acho que a de muitos) é a busca inscansável pelo tempo. Mas agora, não vou mais correr atrás dele, e sim andar junto com ele (se não pode vencê-lo, junte-se a ele). Chega de ser inimigos, vou tentar outra tática (quem sabe não dá certo e coloco tudo em prática as milhões de coisas que ele sempre me priva). Além de "correr", vamos né, assim regularmente cá estarei!!!

Segunda-feira, Outubro 26, 2009

"Calcinhas velhas"

Ao pensar em escrever este post, resolvi fazer uma consulta no google sobre calcinhas velhas. Talvez a procura de uma imagem, sei lá... mas deixei na pesquisa geral. E para minha surpresa, há vários links sobre calcinhas velhas.
O primeiro deles é interessante, talvez eu até entre para este time> leilão de calcinha usada. Quem sabe não dá dindin ein... não seria nada mal.
Opa, mas pera aí. E se eu simplesmente jogar no lixo? Segundo alguns links isso não pode ser feito assim, pois nunca se sabe quem vai mecher no seu íntimo, ops, no seu lixo. Acreditem, tem dicas para se desfazer de peças gastadas pelas lavagens. E como se faz isso? Muitos sugerem cortar e outros queimar. (Já pensou se você mora em apartamento? Seu vizinho vai perguntar, que cheiro é esse, está assando o que? Ah nada não, são só as minhas calcinhas velhas. Fala sério né).
Acho que eu prefiro enviá-las ao Museu da Calcinha. Já pensou minhas preferidas fazendo parte da exibição de peças íntimas dos últimos 500 anos? Nada mal ein.
Bom, fim de papo. É amiguinhas... nossa história chegou ao fim. Foi bom enquanto durou mas agora é hora de dar espaço na gaveta para novas aventuras, sejam elas maiores ou menores, amarela da sorte ou vermelha de sedução, mas novas virão.
Este é o sentimento que temos quando fazemos a limpa no armário. Jogamos fora o que não serve, ou doamos o que não usamos mais e guardamos muitas coisas que ainda temos esperança de usar (apesar de saber que no fundo jamais usaremos), quem sabe não fica para a próxima limpeza onde concerteza mais calcinhas velhas irão e novos sentimentos virão com o despertar do novo, do limpo... do "estou pronta pra outra".

Domingo, Maio 10, 2009

"Vivemos esperando o dia em que seremos para sempre...
Melhores no amor, melhores na dor, melhores em tudo..."

É, pricipalmente com a dor!

Todos os dias nas tentativas de não deixarmos a peteca cair estamos volúveis as adversidades e com isso, as lutas e consequentemente as conquistas.

Não imaginamos que um dia tais adversidades possa acontecer conosco e difilcimente estamos preparados para situações inusitadas. Quando acontece, somos pegos de surpresa e temos que nos rebolar para encarar a situação.

Confiamos no melhor, sempre!

Porém, nem sempre o que achamos que seja o melhor (para nós), acontece.

Acredito em Deus, nosso Pai e acredito que nada acontece por acaso.

Quarta-feira, Novembro 19, 2008

! Acredite, Sempre !

O importante é acreditar, sempre. Eu sei que vou conseguir...talvez não do jeito fácil e corriqueiro, mas pela dor (ou pela falta de sono), com a sensação de que o tempo está se esgotando de que não dára tempo... mas há de dar! Sei que a primeira experiência foi dolorosa, não quero repetir a dose, mas sei que haverá um pouquinho de dor, de medo, de correria, mas no final o sorriso e o alívio de que tudo, mas tudo mesmo valeu a pena. Poucos chegam nesta etapa ou vão adiante, mas o que chegam, sabem que todo esforço vale a pena. Nada tenho a temer, estou receiosa desde sempre...rsrsrrs mas sei que conseguirei. Confio em mim e tenho fé, muita fé. Essa fé que me move e me fortalece para seguir em frente. Me faz ver a próxima etapa, a conquista do próximo passo. Receio, medo, é claro que tenho. São essas sensações que nos guiam a seguir cada vez mais em frente. Sonhos, sim, desistir deles, jamais. Amo o que faço, amo a ciência e a capcaidade do ser humano!